domingo, outubro 08, 2006
quinta-feira, outubro 05, 2006
Zocco (antigo Indochina), Lisboa
Restaurante e discoteca.
Som porreiraço.
Ambiente elitista.
A pista fica no centro, tipo aquário.
Sofás bem interessantes.
Ah e tal... não me parece que volte lá.
Som porreiraço.
Ambiente elitista.
A pista fica no centro, tipo aquário.
Sofás bem interessantes.
Ah e tal... não me parece que volte lá.
Blues, Lisboa
Regresso ao Blues com direito a desentendimento agressivo no interior, protagonizado por uns quantos homens irados.
Som fraquinho.
Decoração 5 *.
Não deu para lavar a vista :(
Som fraquinho.
Decoração 5 *.
Não deu para lavar a vista :(
sábado, setembro 09, 2006
Qlub71, Queluz
Não se trata de uma disco, mas sim de um bar onde descontraidamente podemos conversar com os amigos e beber uns copos.
Decoração sóbria e discreta, apresenta uns cadeirões muito loucos, onde se espelha o passar do tempo sem qualquer preconceito. Sim, os cadeirões envelhecem e desgastam-se. Mas nós envelhecemos e desgastamo-nos com elas. (ui que expressão mai profunda)
Tem dois bares, porque tem rés do chão e um piso superior. Não cheguei a ir ao piso superior, o que significa que provavelmente terei que lá voltar! Eu e os sacrifícios pela humanidade...
Aconselha-se a Havanissima e a Marguerita... ou as duas bebidas!
Um bom poiso para fazer o aquecimento para a night...
E fácil de encontrar, pois fica junto à PSP de Queluz (fardas, fardas!!!!)
Decoração sóbria e discreta, apresenta uns cadeirões muito loucos, onde se espelha o passar do tempo sem qualquer preconceito. Sim, os cadeirões envelhecem e desgastam-se. Mas nós envelhecemos e desgastamo-nos com elas. (ui que expressão mai profunda)
Tem dois bares, porque tem rés do chão e um piso superior. Não cheguei a ir ao piso superior, o que significa que provavelmente terei que lá voltar! Eu e os sacrifícios pela humanidade...
Aconselha-se a Havanissima e a Marguerita... ou as duas bebidas!
Um bom poiso para fazer o aquecimento para a night...
E fácil de encontrar, pois fica junto à PSP de Queluz (fardas, fardas!!!!)
quinta-feira, agosto 24, 2006
sábado, agosto 19, 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
domingo, agosto 13, 2006
Festas em honra da Nossa Sra do Monte Carmo, Dona Maria
Perdoem-me mas eu não podia deixar de registar aqui o único momento dançante que a minha aldeia conhece: a festa anual. Que ocorre... todos os anos :)
Nas aldeias todos os verões se passa o mesmo: fim de semana com festa. Bailarico, farturas, pão com chouriço, munta bejeca e quermesse. Para alguns de vós isto é um cenário irreal, mas para mim é algo que sempre esteve presente na minha adolescência.
Aquilo é munto bailarico, munto morango do nordeste, munto aperta, aperta com ela...
Há uns anos atrás juntava-se o pessoal boa onda e a festa era uma animação. Abríamos o baile e fechávamos o baile. Já vem daqui a minha tendência para abrir pistas de dança e ser a última a abandonar a discoteca.
O aspecto negativo destas festas são as más ondas. Porque há sempre pessoal que abusa da bebida e arranja confusão. O que leva que a festa seja cuidadosamente vigiada por militares da GNR, o que a mim não me desagrada pois eu e as fardas é aquela base ;)
É a única vez no ano em que encontramos toda a gente da aldeia. E vimos como o pessoal está diferente ou não...
É assim a vida no campo!
Nas aldeias todos os verões se passa o mesmo: fim de semana com festa. Bailarico, farturas, pão com chouriço, munta bejeca e quermesse. Para alguns de vós isto é um cenário irreal, mas para mim é algo que sempre esteve presente na minha adolescência.
Aquilo é munto bailarico, munto morango do nordeste, munto aperta, aperta com ela...
Há uns anos atrás juntava-se o pessoal boa onda e a festa era uma animação. Abríamos o baile e fechávamos o baile. Já vem daqui a minha tendência para abrir pistas de dança e ser a última a abandonar a discoteca.
O aspecto negativo destas festas são as más ondas. Porque há sempre pessoal que abusa da bebida e arranja confusão. O que leva que a festa seja cuidadosamente vigiada por militares da GNR, o que a mim não me desagrada pois eu e as fardas é aquela base ;)
É a única vez no ano em que encontramos toda a gente da aldeia. E vimos como o pessoal está diferente ou não...
É assim a vida no campo!
sábado, agosto 05, 2006
domingo, julho 30, 2006
Back to Kaxaça

Voltei ao Kaxaça... depois de meses de ausência, voltei à disco onde passei o verão passado a dar ao anquedo. Onde conheci o homem que bebe cerveja por uma palhinha (e que hoje é um grande amigo), onde um DJ se referiu ao La Isla Bonita como sendo o mais recente single da Madonna, onde tive homens de camisa branca a dançar atrás de mim de uma ponta à outra da pista... onde passei o aniversário da minha «muga» Clau... onde passei o final do ano 2005. Confesso, era presença habitual no Kaxaça... mas no Inverno está frio, compreendem? E aquilo é muito arejado.
Eu, Clau, Tânia fomos comemorar o aniversário do Daniel. Um moço com quem eu praticamente andei ao colo e que agora... enfim está um belo exemplar do género masculino.
Ahhhhh e sentei-me nos sofás do Kaxaça, coisa que nunca tinha acontecido. Acho que foi um grande passo para mim... e um pequeno passo para a humanidade :D
Ontem não havia brisa possível que refrescasse o pessoal, pois era gente aos montes! O som estava muito bom, e o Mike abriu a pista com um «Can we get togheter», da Madonna bem mixado. Adorei. E aqui as meninas abriram a pista. LITERALMENTE.
O segundo DJ da pista de house (cujo nome desconheço)manteve-se fiel à qualidade de com que já vem sendo oficial. Nestes entretantos, julgo que uma banda tocava música brasileira, no outro lado... mas não faço ideia :s
O belo do anquedo lá se abanou com a música da Shakira (my hips don't lie) e a muito custo lá encontramos um espacinho para dançar na pista de reggaeton para nos podermos abanar convenientemente.
O pessoal estava muito animado e algo doudo, confesso. E devia haver mel à nossa volta. Mas adiante!
Não nos aguentamos até ao sol nascer, mas ainda descansamos um pouco à conversa com o André (o homem da palhinha).
Curioso: ainda que passemos seis meses fora daquele espaço, há caras que se repetem e rituais que nunca mudam.
Só faltou mesmo o Juanes e a camisa negra... Se bem que camisas brancas não faltaram :D
Abreijos dançantes
domingo, julho 16, 2006
Toma lá festa

Ah pois é... não sou pessoa de dizer não a uma festa. O amigo Marco convidou e a menina lá colocou o belo do bindi para ir abanar o anquedo.
Ora a festa passava-se no denominado Pavilhão Novo da Faculdade de Letras de Lisboa. Pavilhão que de novo não tem nada, diga-se de passagem. Mas tem um jardim no meio bem agradável, onde decorreram os concertos reggae. Ao fim dos primeiros cinco minutos de concerto, eu já tinha abanado tudo o que havia para abanar... ou seja: nada. O reggae tem aquilo ritmo demasiado lento e é por estas e por outras que dou graças aos deuses por terem inventado o reggaeTON.
Assim que houve oportunidade, bazamos para o drum & bass que estava cinco estrelas. Parecia a Rádio Oxigénio live ;) Muito boa onda, sonoro altamente. Mas o pessoal estava mesmo numa de reggae e a «pista» esteve fraquinha.
Rendi-me ao cansaço de ter passado uma semana inteira a treinar 2h diárias no gym e pelas 4h da manhã rumei até casa. E isto de não poder beber red bull... não há condições!
Adiante...
Estão umas noites óptimas para sair... enjoy!
quinta-feira, julho 13, 2006
Estado Maior, Caneças
O bar da minha adolescência, ah pois é! Estrategicamente localizado perto da Escola Secundária de Caneças, onde estudei (sim, eu estudei). Tornou-se o «poiso» habitual do pessoal da escola que ainda hoje vai beber café ao Estado.
Os reencontros com pessoal da ESC são do mais frequente que há, embora as novas gerações tenham tomado conta do espaço.
No Verão o espaço é animado às quartas feiras com música ao vivo. Aos sábados à noite há festas temáticas, de quinze em quinze dias.
A esplanada é muito agradável e o serviço de mesas é eficiente.
A decoração do espaço não mudou muito em dez anos. Todavia, mantém-se actualizada com cartoons que acompanham a evolução dos tempos.
Muitas foram as noites que ali passei, em animado conversê com os amigos da ESC e não só. Lembro-me de ficar lá e de me aperceber que estavam a arrumar as mesas e a limpar o bar: hellloooo estavam a mandar-nos embora MESMO! E nós sempre no conversê!
Belos serões ;)
O Estado Maior é o espaço indicado para se beber um café a seguir ao jantar e antes de ir para a disco, abanar o anquedo.
Voltei lá há pouco tempo, para apresentar o espaço ao amigo emigrande Jorge e à Cláu. Prantes, já têm o baptismo do Estado, agora é aparecer!
Abreijos
Os reencontros com pessoal da ESC são do mais frequente que há, embora as novas gerações tenham tomado conta do espaço.
No Verão o espaço é animado às quartas feiras com música ao vivo. Aos sábados à noite há festas temáticas, de quinze em quinze dias.
A esplanada é muito agradável e o serviço de mesas é eficiente.
A decoração do espaço não mudou muito em dez anos. Todavia, mantém-se actualizada com cartoons que acompanham a evolução dos tempos.
Muitas foram as noites que ali passei, em animado conversê com os amigos da ESC e não só. Lembro-me de ficar lá e de me aperceber que estavam a arrumar as mesas e a limpar o bar: hellloooo estavam a mandar-nos embora MESMO! E nós sempre no conversê!
Belos serões ;)
O Estado Maior é o espaço indicado para se beber um café a seguir ao jantar e antes de ir para a disco, abanar o anquedo.
Voltei lá há pouco tempo, para apresentar o espaço ao amigo emigrande Jorge e à Cláu. Prantes, já têm o baptismo do Estado, agora é aparecer!
Abreijos
sábado, julho 08, 2006
Sabor a Brasil Live, Parque das Nações, Lisboa
Road trip em Lisboa... isto nem parece coisas minhas. Mas nunca digo que não a uma road trip, por poucos kms que isso implique.
No Sabor a Brasil ouvimos, sobretudo, música... brasileira. E depois há também música brasileira e com um pouco de sorte ouvimos música brasileira. E prantes. É isso.
Dentro do género é agradável, dá-se um pézinho de samba e tal. Mas o problema é que a banda residente toca assim umas músicas brasileiras que não lembram nem ao Sidharta Gautama quando estava prestes a atingir o Nirvana.
Tocar o Love Generation ao vivo não me pareceu boa ideia.
O ambiente é boa onda e dado que se tratava de uma sexta feira estava fraquinho em termos de número de pessoas.
Já não sei estar numa disco sem house music...
No Sabor a Brasil ouvimos, sobretudo, música... brasileira. E depois há também música brasileira e com um pouco de sorte ouvimos música brasileira. E prantes. É isso.
Dentro do género é agradável, dá-se um pézinho de samba e tal. Mas o problema é que a banda residente toca assim umas músicas brasileiras que não lembram nem ao Sidharta Gautama quando estava prestes a atingir o Nirvana.
Tocar o Love Generation ao vivo não me pareceu boa ideia.
O ambiente é boa onda e dado que se tratava de uma sexta feira estava fraquinho em termos de número de pessoas.
Já não sei estar numa disco sem house music...
domingo, junho 25, 2006
X Arraial Pride, Praça da Figueira, Lisboa

Uma noite diferente para louvar a diferença: foi assim no sábado passado, em que me me estreei no Arraial Pride!
Jantar no Chiado (parece tão bem!), gelado na Haagen Daz :p e um café (queimado) na Brasileira - isto na companhia das mugas e mugo Sandra e Clau e Zé.
A Praça da Figueira estava à pinha (pena que também houvesse obras), com gente gira e boa onda. O espectáculo foi bem interessante e sempre com músicas escolhidas a dedo.
E meninos e meninas, o som era muuuuito melhor do que aquele que já ouvi nalgumas discotecas supostamente bem cotadas. Sempre a bombar (aproveitei logo para fazer o aquecimento da anca para a disco).
Para variar, no final da noite só resisti eu e Clau, pois a Sandra ficou pelo arraial e o Zé foi recambiado para a terra que o viu nascer ;) Decidimos ir até ao Hawai, onde o som também estava 5 *. Apesar disso, descobri que só consigo apreciar o Love Generation uma vez na noite (é que a música já enjoa!).
O resto do mundo também se lembrou de passar por lá e aquilo estava cheio e a abarrotar.
A noite acabou com o sol a nascer (sim o Sol nasce no dia imediatamente a seguir àquele em que se põe) e se conduzia para casa, serenamente e com a sensação de missão cumprida, rapidamente essa serenidade deu lugar a uma tristeza ao dar de caras com um acidente na IC 17. A última imagem da noite de 24 de Junho é mesmo a de um carro perfeitamente espatifado e de alguém que provavelmente não irá voltar a sorrir e a divertir-se como eu fiz nessa noite.
Drive safely ;)
E se me deitei às 7h rendida ao cansaço, às 11h da manhã já eu estava de ligaduras em punho a fazer body combat. So what?!
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