quinta-feira, agosto 24, 2006
sábado, agosto 19, 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
domingo, agosto 13, 2006
Festas em honra da Nossa Sra do Monte Carmo, Dona Maria
Perdoem-me mas eu não podia deixar de registar aqui o único momento dançante que a minha aldeia conhece: a festa anual. Que ocorre... todos os anos :)
Nas aldeias todos os verões se passa o mesmo: fim de semana com festa. Bailarico, farturas, pão com chouriço, munta bejeca e quermesse. Para alguns de vós isto é um cenário irreal, mas para mim é algo que sempre esteve presente na minha adolescência.
Aquilo é munto bailarico, munto morango do nordeste, munto aperta, aperta com ela...
Há uns anos atrás juntava-se o pessoal boa onda e a festa era uma animação. Abríamos o baile e fechávamos o baile. Já vem daqui a minha tendência para abrir pistas de dança e ser a última a abandonar a discoteca.
O aspecto negativo destas festas são as más ondas. Porque há sempre pessoal que abusa da bebida e arranja confusão. O que leva que a festa seja cuidadosamente vigiada por militares da GNR, o que a mim não me desagrada pois eu e as fardas é aquela base ;)
É a única vez no ano em que encontramos toda a gente da aldeia. E vimos como o pessoal está diferente ou não...
É assim a vida no campo!
Nas aldeias todos os verões se passa o mesmo: fim de semana com festa. Bailarico, farturas, pão com chouriço, munta bejeca e quermesse. Para alguns de vós isto é um cenário irreal, mas para mim é algo que sempre esteve presente na minha adolescência.
Aquilo é munto bailarico, munto morango do nordeste, munto aperta, aperta com ela...
Há uns anos atrás juntava-se o pessoal boa onda e a festa era uma animação. Abríamos o baile e fechávamos o baile. Já vem daqui a minha tendência para abrir pistas de dança e ser a última a abandonar a discoteca.
O aspecto negativo destas festas são as más ondas. Porque há sempre pessoal que abusa da bebida e arranja confusão. O que leva que a festa seja cuidadosamente vigiada por militares da GNR, o que a mim não me desagrada pois eu e as fardas é aquela base ;)
É a única vez no ano em que encontramos toda a gente da aldeia. E vimos como o pessoal está diferente ou não...
É assim a vida no campo!
sábado, agosto 05, 2006
domingo, julho 30, 2006
Back to Kaxaça

Voltei ao Kaxaça... depois de meses de ausência, voltei à disco onde passei o verão passado a dar ao anquedo. Onde conheci o homem que bebe cerveja por uma palhinha (e que hoje é um grande amigo), onde um DJ se referiu ao La Isla Bonita como sendo o mais recente single da Madonna, onde tive homens de camisa branca a dançar atrás de mim de uma ponta à outra da pista... onde passei o aniversário da minha «muga» Clau... onde passei o final do ano 2005. Confesso, era presença habitual no Kaxaça... mas no Inverno está frio, compreendem? E aquilo é muito arejado.
Eu, Clau, Tânia fomos comemorar o aniversário do Daniel. Um moço com quem eu praticamente andei ao colo e que agora... enfim está um belo exemplar do género masculino.
Ahhhhh e sentei-me nos sofás do Kaxaça, coisa que nunca tinha acontecido. Acho que foi um grande passo para mim... e um pequeno passo para a humanidade :D
Ontem não havia brisa possível que refrescasse o pessoal, pois era gente aos montes! O som estava muito bom, e o Mike abriu a pista com um «Can we get togheter», da Madonna bem mixado. Adorei. E aqui as meninas abriram a pista. LITERALMENTE.
O segundo DJ da pista de house (cujo nome desconheço)manteve-se fiel à qualidade de com que já vem sendo oficial. Nestes entretantos, julgo que uma banda tocava música brasileira, no outro lado... mas não faço ideia :s
O belo do anquedo lá se abanou com a música da Shakira (my hips don't lie) e a muito custo lá encontramos um espacinho para dançar na pista de reggaeton para nos podermos abanar convenientemente.
O pessoal estava muito animado e algo doudo, confesso. E devia haver mel à nossa volta. Mas adiante!
Não nos aguentamos até ao sol nascer, mas ainda descansamos um pouco à conversa com o André (o homem da palhinha).
Curioso: ainda que passemos seis meses fora daquele espaço, há caras que se repetem e rituais que nunca mudam.
Só faltou mesmo o Juanes e a camisa negra... Se bem que camisas brancas não faltaram :D
Abreijos dançantes
domingo, julho 16, 2006
Toma lá festa

Ah pois é... não sou pessoa de dizer não a uma festa. O amigo Marco convidou e a menina lá colocou o belo do bindi para ir abanar o anquedo.
Ora a festa passava-se no denominado Pavilhão Novo da Faculdade de Letras de Lisboa. Pavilhão que de novo não tem nada, diga-se de passagem. Mas tem um jardim no meio bem agradável, onde decorreram os concertos reggae. Ao fim dos primeiros cinco minutos de concerto, eu já tinha abanado tudo o que havia para abanar... ou seja: nada. O reggae tem aquilo ritmo demasiado lento e é por estas e por outras que dou graças aos deuses por terem inventado o reggaeTON.
Assim que houve oportunidade, bazamos para o drum & bass que estava cinco estrelas. Parecia a Rádio Oxigénio live ;) Muito boa onda, sonoro altamente. Mas o pessoal estava mesmo numa de reggae e a «pista» esteve fraquinha.
Rendi-me ao cansaço de ter passado uma semana inteira a treinar 2h diárias no gym e pelas 4h da manhã rumei até casa. E isto de não poder beber red bull... não há condições!
Adiante...
Estão umas noites óptimas para sair... enjoy!
quinta-feira, julho 13, 2006
Estado Maior, Caneças
O bar da minha adolescência, ah pois é! Estrategicamente localizado perto da Escola Secundária de Caneças, onde estudei (sim, eu estudei). Tornou-se o «poiso» habitual do pessoal da escola que ainda hoje vai beber café ao Estado.
Os reencontros com pessoal da ESC são do mais frequente que há, embora as novas gerações tenham tomado conta do espaço.
No Verão o espaço é animado às quartas feiras com música ao vivo. Aos sábados à noite há festas temáticas, de quinze em quinze dias.
A esplanada é muito agradável e o serviço de mesas é eficiente.
A decoração do espaço não mudou muito em dez anos. Todavia, mantém-se actualizada com cartoons que acompanham a evolução dos tempos.
Muitas foram as noites que ali passei, em animado conversê com os amigos da ESC e não só. Lembro-me de ficar lá e de me aperceber que estavam a arrumar as mesas e a limpar o bar: hellloooo estavam a mandar-nos embora MESMO! E nós sempre no conversê!
Belos serões ;)
O Estado Maior é o espaço indicado para se beber um café a seguir ao jantar e antes de ir para a disco, abanar o anquedo.
Voltei lá há pouco tempo, para apresentar o espaço ao amigo emigrande Jorge e à Cláu. Prantes, já têm o baptismo do Estado, agora é aparecer!
Abreijos
Os reencontros com pessoal da ESC são do mais frequente que há, embora as novas gerações tenham tomado conta do espaço.
No Verão o espaço é animado às quartas feiras com música ao vivo. Aos sábados à noite há festas temáticas, de quinze em quinze dias.
A esplanada é muito agradável e o serviço de mesas é eficiente.
A decoração do espaço não mudou muito em dez anos. Todavia, mantém-se actualizada com cartoons que acompanham a evolução dos tempos.
Muitas foram as noites que ali passei, em animado conversê com os amigos da ESC e não só. Lembro-me de ficar lá e de me aperceber que estavam a arrumar as mesas e a limpar o bar: hellloooo estavam a mandar-nos embora MESMO! E nós sempre no conversê!
Belos serões ;)
O Estado Maior é o espaço indicado para se beber um café a seguir ao jantar e antes de ir para a disco, abanar o anquedo.
Voltei lá há pouco tempo, para apresentar o espaço ao amigo emigrande Jorge e à Cláu. Prantes, já têm o baptismo do Estado, agora é aparecer!
Abreijos
sábado, julho 08, 2006
Sabor a Brasil Live, Parque das Nações, Lisboa
Road trip em Lisboa... isto nem parece coisas minhas. Mas nunca digo que não a uma road trip, por poucos kms que isso implique.
No Sabor a Brasil ouvimos, sobretudo, música... brasileira. E depois há também música brasileira e com um pouco de sorte ouvimos música brasileira. E prantes. É isso.
Dentro do género é agradável, dá-se um pézinho de samba e tal. Mas o problema é que a banda residente toca assim umas músicas brasileiras que não lembram nem ao Sidharta Gautama quando estava prestes a atingir o Nirvana.
Tocar o Love Generation ao vivo não me pareceu boa ideia.
O ambiente é boa onda e dado que se tratava de uma sexta feira estava fraquinho em termos de número de pessoas.
Já não sei estar numa disco sem house music...
No Sabor a Brasil ouvimos, sobretudo, música... brasileira. E depois há também música brasileira e com um pouco de sorte ouvimos música brasileira. E prantes. É isso.
Dentro do género é agradável, dá-se um pézinho de samba e tal. Mas o problema é que a banda residente toca assim umas músicas brasileiras que não lembram nem ao Sidharta Gautama quando estava prestes a atingir o Nirvana.
Tocar o Love Generation ao vivo não me pareceu boa ideia.
O ambiente é boa onda e dado que se tratava de uma sexta feira estava fraquinho em termos de número de pessoas.
Já não sei estar numa disco sem house music...
domingo, junho 25, 2006
X Arraial Pride, Praça da Figueira, Lisboa

Uma noite diferente para louvar a diferença: foi assim no sábado passado, em que me me estreei no Arraial Pride!
Jantar no Chiado (parece tão bem!), gelado na Haagen Daz :p e um café (queimado) na Brasileira - isto na companhia das mugas e mugo Sandra e Clau e Zé.
A Praça da Figueira estava à pinha (pena que também houvesse obras), com gente gira e boa onda. O espectáculo foi bem interessante e sempre com músicas escolhidas a dedo.
E meninos e meninas, o som era muuuuito melhor do que aquele que já ouvi nalgumas discotecas supostamente bem cotadas. Sempre a bombar (aproveitei logo para fazer o aquecimento da anca para a disco).
Para variar, no final da noite só resisti eu e Clau, pois a Sandra ficou pelo arraial e o Zé foi recambiado para a terra que o viu nascer ;) Decidimos ir até ao Hawai, onde o som também estava 5 *. Apesar disso, descobri que só consigo apreciar o Love Generation uma vez na noite (é que a música já enjoa!).
O resto do mundo também se lembrou de passar por lá e aquilo estava cheio e a abarrotar.
A noite acabou com o sol a nascer (sim o Sol nasce no dia imediatamente a seguir àquele em que se põe) e se conduzia para casa, serenamente e com a sensação de missão cumprida, rapidamente essa serenidade deu lugar a uma tristeza ao dar de caras com um acidente na IC 17. A última imagem da noite de 24 de Junho é mesmo a de um carro perfeitamente espatifado e de alguém que provavelmente não irá voltar a sorrir e a divertir-se como eu fiz nessa noite.
Drive safely ;)
E se me deitei às 7h rendida ao cansaço, às 11h da manhã já eu estava de ligaduras em punho a fazer body combat. So what?!
sexta-feira, junho 16, 2006
4Ever, Rio Meão
Num destes sábados em que eu estive na santa terrinha, decidi cometer a ousadia de sair á noite, o que já há algum tempo não acontecia, eu ando numa fase muito caseirinha!
A noite começou como sempre começa para mim em Oliveira de Azeméis no “Magnólia”, um bar com boa música do pop/rock comercial indo acabar já lá para as duas da manhã no house comercial.
Uma nota de apreço em especial para a esplanada já se encontrar aberta, o que faz com que se circule mais á vontade lá dentro, é que eu não sei porque mas aquilo por vezes enche e tipo, bem, estão a imaginar uma lata de sardinhas não estão? Pelo lado negativo continua a ser o atendimento, pois quer haja muito cliente ou nem por isso o atendimento no balcão é tipo caracol, o que por vezes chega quase mas quase mesmo a dar um ataque de nervos.
Enfim, é um bar engraçado q.b. para se iniciar a noite, para por a conversa em dia, e dar o aquecimento para uma bela noitada.
Bem, já eram umas duas e tal, eu virei-me para o meu companheiro de noitadas o Miguel e disse-lhe:”Bem, já íamos embora não?”, e assim foi, paga a conta, dirigimo-nos para o meu bólide, e chegados a este, surgiu a questão mais pertinente dessa noite: Onde é que se ia agora?,
Pois não sabíamos onde ir, até que o Miguel disse:” Bem poderíamos tentar ir ao 4ever.”, e eu disse-lhe:”Onde? Em Rio Meão? Mas lá não é difícil de se entrar? Estás a querer levar-me para um sítio onde eu vou ficar á porta, estás doidinho da mioleira não?”, ele disse:” Eh pá, eu já fui lá á sexta, ao sábado nunca fui, podíamos tentar, senão vamos para o Maria.pt.”
Quando ele falou no Maria.pt, eu arranquei logo em direcção a Rio Meão, não é que eu não goste do Maria.pt, é que eu apenas não me diverti muito da primeira vez que fui lá, portanto…. Fui logo para Rio Meão tentar entrar no 4ever.
Quando cheguei lá no 4ever, bem fiquei desmoralizado, estavam pelo menos trinta pessoas á espera para entrar, pensei “Bem, não é hoje que eu entro mas está bem.”, e lá fiquei eu a ver o sócio-gerente a seleccionar as pessoas que entravam, é engraçado que eu tinha a noção que era só os homens que ficavam á porta mas o 4ever deu-me a conhecer a realidade que as mulheres também ficam á porta como gente grande!!! Isto é que é igualdade de direitos.
Lá se passaram cerca de vinte minutos, e eu lá entrei, cumprimentei o sócio-gerente, e vejam lá tive direito ao cartão de consumo só de 7€.
Bem para quem não conhece o 4ever localiza-se onde era antigamente o Santa Bica, na zona industrial de Rio Meão, num pavilhão industrial o que faz com que seja um local com uma área relativamente grande, excepto para o bar no meio da pista, excepto isso. Por cima no primeiro andar situa-se a zona VIP digamos, que como devem calcular eu não estive lá portanto não posso falar sobre ela.
Bem o que me maravilhou ali foi mesmo a música, que é algo de divinal, tudo do mais recente ou mesmo sendo antigo muito bem misturado, nunca havendo quebras de ritmo.
Não dá para esquecer por exemplo quando o D.J. meteu os riff’s iniciais da Sweet Child o’Mine dos Guns n’Roses para servir de entrada ou remix dessa balada inesquecível dos Flat Pack. Outro grande momento foi quando começo a ouvir a The Leavers Dance dos Veils, tendo como batida de fundo a Roads de Portishead (para quem não sabe quem são os Veils, digo só que é uma das músicas que a Optimus utilizou para os seus spots publicitários do 3G). Não me posso esquecer do novo remix da Fade dos Solu Music que estava a dar enquanto eu estava á espera para entrar na disco.
Outra coisa que estava muito bem era o V.J., não sei porque mas uma discoteca sem um V.J. para mim já não é a mesma coisa, eu que bem, ainda vou para uma discoteca para curtir um som, divertir-me e ahhh e tal!!!!!
Depois dos meus Red Bull, depois de dançar (ou melhor abanar-me um pouco), lá viemos embora, quando saímos porta fora perguntei até ao Miguel:”Eh pá! Está de dia porque razão é que está de dia hein? Quem mandou?”, e ele disse-me que era normal nesta altura estar já de dia ás seis e tal da manhã. Juro-vos que não acreditei muito na explicação dele, mas lá viemos embora.
Conselho de amigo, quando estiverem na zona de Rio Meão e quiserem visitem o 4ever, que acreditem é um local que vai ficar para sempre na vossa memória.
A noite começou como sempre começa para mim em Oliveira de Azeméis no “Magnólia”, um bar com boa música do pop/rock comercial indo acabar já lá para as duas da manhã no house comercial.
Uma nota de apreço em especial para a esplanada já se encontrar aberta, o que faz com que se circule mais á vontade lá dentro, é que eu não sei porque mas aquilo por vezes enche e tipo, bem, estão a imaginar uma lata de sardinhas não estão? Pelo lado negativo continua a ser o atendimento, pois quer haja muito cliente ou nem por isso o atendimento no balcão é tipo caracol, o que por vezes chega quase mas quase mesmo a dar um ataque de nervos.
Enfim, é um bar engraçado q.b. para se iniciar a noite, para por a conversa em dia, e dar o aquecimento para uma bela noitada.
Bem, já eram umas duas e tal, eu virei-me para o meu companheiro de noitadas o Miguel e disse-lhe:”Bem, já íamos embora não?”, e assim foi, paga a conta, dirigimo-nos para o meu bólide, e chegados a este, surgiu a questão mais pertinente dessa noite: Onde é que se ia agora?,
Pois não sabíamos onde ir, até que o Miguel disse:” Bem poderíamos tentar ir ao 4ever.”, e eu disse-lhe:”Onde? Em Rio Meão? Mas lá não é difícil de se entrar? Estás a querer levar-me para um sítio onde eu vou ficar á porta, estás doidinho da mioleira não?”, ele disse:” Eh pá, eu já fui lá á sexta, ao sábado nunca fui, podíamos tentar, senão vamos para o Maria.pt.”
Quando ele falou no Maria.pt, eu arranquei logo em direcção a Rio Meão, não é que eu não goste do Maria.pt, é que eu apenas não me diverti muito da primeira vez que fui lá, portanto…. Fui logo para Rio Meão tentar entrar no 4ever.
Quando cheguei lá no 4ever, bem fiquei desmoralizado, estavam pelo menos trinta pessoas á espera para entrar, pensei “Bem, não é hoje que eu entro mas está bem.”, e lá fiquei eu a ver o sócio-gerente a seleccionar as pessoas que entravam, é engraçado que eu tinha a noção que era só os homens que ficavam á porta mas o 4ever deu-me a conhecer a realidade que as mulheres também ficam á porta como gente grande!!! Isto é que é igualdade de direitos.
Lá se passaram cerca de vinte minutos, e eu lá entrei, cumprimentei o sócio-gerente, e vejam lá tive direito ao cartão de consumo só de 7€.
Bem para quem não conhece o 4ever localiza-se onde era antigamente o Santa Bica, na zona industrial de Rio Meão, num pavilhão industrial o que faz com que seja um local com uma área relativamente grande, excepto para o bar no meio da pista, excepto isso. Por cima no primeiro andar situa-se a zona VIP digamos, que como devem calcular eu não estive lá portanto não posso falar sobre ela.
Bem o que me maravilhou ali foi mesmo a música, que é algo de divinal, tudo do mais recente ou mesmo sendo antigo muito bem misturado, nunca havendo quebras de ritmo.
Não dá para esquecer por exemplo quando o D.J. meteu os riff’s iniciais da Sweet Child o’Mine dos Guns n’Roses para servir de entrada ou remix dessa balada inesquecível dos Flat Pack. Outro grande momento foi quando começo a ouvir a The Leavers Dance dos Veils, tendo como batida de fundo a Roads de Portishead (para quem não sabe quem são os Veils, digo só que é uma das músicas que a Optimus utilizou para os seus spots publicitários do 3G). Não me posso esquecer do novo remix da Fade dos Solu Music que estava a dar enquanto eu estava á espera para entrar na disco.
Outra coisa que estava muito bem era o V.J., não sei porque mas uma discoteca sem um V.J. para mim já não é a mesma coisa, eu que bem, ainda vou para uma discoteca para curtir um som, divertir-me e ahhh e tal!!!!!
Depois dos meus Red Bull, depois de dançar (ou melhor abanar-me um pouco), lá viemos embora, quando saímos porta fora perguntei até ao Miguel:”Eh pá! Está de dia porque razão é que está de dia hein? Quem mandou?”, e ele disse-me que era normal nesta altura estar já de dia ás seis e tal da manhã. Juro-vos que não acreditei muito na explicação dele, mas lá viemos embora.
Conselho de amigo, quando estiverem na zona de Rio Meão e quiserem visitem o 4ever, que acreditem é um local que vai ficar para sempre na vossa memória.
domingo, maio 28, 2006
Van Grogue, Sobreiro (Mafra)
Gente, que decoração aquela!!! Fiquei fã daquele bar / disco, ali para os lados de Mafra... Incensos, deuses hindus na parede, velas, uns sofás apetitosos e até uma cama, numa tenda simulada... O estilo é meio árabe, meio indiano... olhem , nem sei. Definitivamente é oriental, e isso agrada-me sobejamente.
O espaço é constituído por uma sala de música ao vivo (pelo menos às sextas e sábados), uma esplanada para saborear caipirinhas e uma pista de dança. Esta é pequenita, mas agradável.
Os sofás são super confortáveis e a música ambiente é propícia a algumas horas de conversa. Há chás de várias qualidades e o capuccino lá é reconfortante.
Infelizmente vendem Burn, em vez de Red Bull. Um ponto negativo!
Confesso que não sei se me recordo do caminho até lá, mas conto com o meu amigo Nuno para servir de GPS!
O espaço é constituído por uma sala de música ao vivo (pelo menos às sextas e sábados), uma esplanada para saborear caipirinhas e uma pista de dança. Esta é pequenita, mas agradável.
Os sofás são super confortáveis e a música ambiente é propícia a algumas horas de conversa. Há chás de várias qualidades e o capuccino lá é reconfortante.
Infelizmente vendem Burn, em vez de Red Bull. Um ponto negativo!
Confesso que não sei se me recordo do caminho até lá, mas conto com o meu amigo Nuno para servir de GPS!
sábado, maio 27, 2006
quinta-feira, maio 25, 2006
Coco, Biel, Suiça
Ahhhh ia lá eu perder a oportunidade de ir para a night na Suiça! Depois de uma óptima paella no Centro Galego, por ocasião do aniversário do Hugo, fomos com um grupo de amigos até à Coco. Muita música brasileira e samba no pé :)
Muitos portugueses na área e sobretudo MUITO calor. A disco tem pouca ventilação ou então era excesso de brasas e calor humano hihihihihi
Lá o Red Bull é Red Bull (ao contrário do que acontece no Faraó, em Santa Cruz)!!! Valha-nos isso!!
Lá abanamos a anca freneticamente até às 3h30m da manhã... pois é, na Suiça a noite começa e acaba cedinho que aquilo é gente que começa a trabalhar às 5 e 6h da manhã!!!
Foi uma noite muito divertida e devo-o ao Hugo, à Carina, à Kiacu, ao Jorge, à Montse e a todos os amigos presentes.
Abreijos
I see you on the dance floor...
Muitos portugueses na área e sobretudo MUITO calor. A disco tem pouca ventilação ou então era excesso de brasas e calor humano hihihihihi
Lá o Red Bull é Red Bull (ao contrário do que acontece no Faraó, em Santa Cruz)!!! Valha-nos isso!!
Lá abanamos a anca freneticamente até às 3h30m da manhã... pois é, na Suiça a noite começa e acaba cedinho que aquilo é gente que começa a trabalhar às 5 e 6h da manhã!!!
Foi uma noite muito divertida e devo-o ao Hugo, à Carina, à Kiacu, ao Jorge, à Montse e a todos os amigos presentes.
Abreijos
I see you on the dance floor...
domingo, maio 07, 2006
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